Estudo global destaca benefícios econômicos de “cidades sem dinheiro”

SÃO FRANCISCO 12/10/2017 –

A Visa (NYSE: V) anunciou hoje os resultados de um estudo independente
realizado pela Roubini ThoughtLab e encomendado pela Visa que analisa o
impacto econômico de aumentar o uso de pagamentos digitais em grandes
cidades ao redor do mundo. O estudo estima que usar mais pagamentos
eletrônicos, como pagamentos móveis e com cartões, poderia gerar um
benefício líquido de até US$ 470 bilhões por ano nas 100 cidades
estudadas – praticamente o equivalente a 3% do PIB médio destas cidades.

Cashless Cities: Realizing the Benefits of Digital Payments”
(Cidades sem dinheiro: alcançando os benefícios dos pagamentos
digitais), é um estudo exclusivo que quantifica os possíveis benefícios
líquidos vivenciados pelas cidades que mudam para um “nível alcançável
de capacidade sem dinheiro” — definido como a população inteira de uma
cidade mudando para utilização de pagamento digital igual aos principais
10% de usuários na respectiva cidade atualmente. O estudo não visa
eliminar o dinheiro. Antes, busca quantificar os possíveis benefícios e
custos de aumentar consideravelmente o uso de pagamentos digitais.

Ao reduzir a dependência em dinheiro, o estudo estima os benefícios
imediatos e de longo prazo para três grupos principais — consumidores,
empresas e governos. De acordo com o estudo, esses benefícios poderiam
chegar a benefícios líquidos diretos combinados de aproximadamente US$
470 bilhões nas 100 cidades analisadas:

  • Consumidores nas 100 cidades poderiam alcançar quase US$ 28 bilhões
    por ano em benefícios líquidos diretos estimados. Este impacto seria
    proveniente de fatores que incluem até 3,2 bilhões de horas em
    economia de tempo na realização de transações bancárias, de varejo e
    trânsito, além de uma redução de crimes associados com dinheiro.
  • Empresas nas 100 cidades poderiam alcançar quase US$ 312 bilhões por
    ano em benefícios diretos estimados. Este impacto seria proveniente de
    fatores que incluem até 3,1 bilhões de horas em economia de tempo no
    processamento de pagamentos recebidos e emitidos, e maior receita de
    vendas originadas de maiores bases de clientes online e em lojas. O
    estudo também constatou que aceitar dinheiro e cheques custa às
    empresas 7,1 centavos por dólar recebido, em comparação a 5 centavos
    por dólar coletado de fontes digitais.
  • Governos nas 100 cidades poderiam alcançar quase US$ 130 bilhões por
    ano em benefícios diretos estimados. Este impacto seria proveniente de
    fatores que incluem maior arrecadações fiscais, maior crescimento
    econômico, economias de custo de eficiências administrativas e custos
    inferiores de justiça criminal devido a menos crimes associados com
    dinheiro.

“Este estudo demonstra o lado consideravelmente positivo para
consumidores, empresas e governos à medida que as cidades mudam para uma
maior adoção de pagamentos digitais”, disse Ellen Richey,
vice-presidente do conselho e diretor de risco da Visa. “Sociedades que
substituem pagamentos digitais por dinheiro alcançam benefícios de um
maior crescimento econômico, menos crime, mais postos de trabalho,
salários maiores e maior produtividade do trabalhador”.

À medida que as cidades aumentam o uso dos pagamentos digitais, os
impactos positivos podem ir além dos benefícios financeiros para
consumidores, empresas e governos. A mudança para pagamentos digitais
também pode ter um efeito catalisador sobre o desempenho econômico geral
da cidade, inclusive crescimento de produtividade, PIB, postos de
trabalho e salários.

“O uso de tecnologias digitais — de smartphones e portáteis a
inteligência artificial e carros autônomos — está transformando
rapidamente a forma como os moradores em cidades fazem compras, viajam e
vivem”, disse Lou Celi, chefe da Roubini ThoughtLab. “Sem uma base
sólida em pagamentos eletrônicos, as cidades não poderão capturar
totalmente seu futuro digital, de acordo com a nossa análise”.

Cashless Cities: Realizing the Benefits of Digital Payments”
(Cidades sem dinheiro: alcançando os benefícios dos pagamentos digitais)
oferece 61 recomendações para que os estrategistas políticos possam
ajudar suas cidades a serem mais eficientes através de uma maior adoção
de pagamentos digitais. As recomendações incluem a realização de
programas de educação financeira para ajudar as pessoas que não têm
contas bancárias a entrar no sistema bancário, a implementação de
incentivos para promover a inovação centrada no dimensionamento de novas
tecnologias de pagamento, a implementação de sistemas de pagamento de
ciclo aberto seguros em todas as redes de transporte, e muito mais.

A Visa e a Roubini ThoughtLab criaram uma ferramenta de visualização de
dados online como guia para o estudo “Cashless Cities: Realizing the
Benefits of Digital Payments”
(Cidades sem dinheiro: alcançando
os benefícios dos pagamentos digitais). Através da ferramenta de
visualização de dados, as pessoas podem aumentar ou reduzir o nível de
utilização digital em cada uma das 100 cidades incluídas no estudo para
explorar melhor os benefícios de um mundo menos dependente do dinheiro.
Acesse a ferramenta de visualização de dados online e faça download do
relatório em: www.visa.com/cashlesscities.

METODOLOGIA

A Roubini ThoughtLab, empresa líder em pesquisa com base em evidências e
economia, entrevistou 3.000 consumidores e 900 empresas em 2016, em seis
cidades (Tóquio, Chicago, Estocolmo, São Paulo, Bangkok e Lagos) que
representam diferentes níveis de maturidade em pagamentos digitais.
Estas entrevistas analisaram a utilização, aceitação e impacto
custo-benefício do dinheiro físico e digital. Depois, os investigadores
extrapolaram os resultados das entrevistas com base em dados
demográficos e econômicos específicos para outras 94 cidades ao redor do
mundo para determinar o impacto líquido de mudar para uma economia sem
dinheiro em consumidores e empresas em cada local. Através de outras
fontes, a pesquisa também conseguiu identificar os impactos esperados no
governo. Os investigadores usaram o Banco Mundial, a Organização para
Cooperação e Desenvolvimento Econômico e outras fontes consagradas de
dados secundários para aumentar os resultados das entrevistas e
desenvolver as constatações gerais. Um modelo econométrico usado por
diversos bancos centrais e outras instituições – o National Institute
Global Econometric Model (NiGEM) – foi usado para estimar os impactos
“catalisadores” (crescimento econômico, produtividade, postos de
trabalho e salários) que uma mudança para pagamentos digitais teria em
cada uma das 100 cidades analisadas. A Visa encomendou o estudo. A
Roubini ThoughtLab realizou independentemente as entrevistas, gerenciou
a pesquisa e desenvolveu a análise.

Sobre a Visa

Visa Inc. (NYSE: V) é o líder mundial em pagamentos digitais. Nossa
missão é conectar o mundo através da rede de pagamentos mais inovadora,
confiável e segura – permitido o desenvolvimento de indivíduos, negócios
e economias. Nossa rede de processamento global avançada, VisaNet,
oferece pagamentos seguros e confiáveis em todo o mundo, e pode
processar mais de 65.000 mensagens de transação por segundo. O enfoque
incansável da empresa em inovação é um catalisador para o rápido
crescimento do comércio conectado em qualquer dispositivo, e uma força
impulsionadora por trás do sonho de um futuro sem dinheiro para qualquer
pessoa, em qualquer lugar. À medida que o mundo se afasta do analógico e
se torna digital, a Visa está aplicando nossa marca, produtos, pessoas,
rede e escala para remodelar o futuro do comércio. Para obter outras
informações, acesse usa.visa.com/aboutvisavisacorporate.tumblr.com e @VisaNews.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada.
As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se
referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que
tem efeito legal.

Contato:

Visa Inc.
Hugh Norton
globalmedia@visa.com

Fonte: BUSINESS WIRE