Londres, Nova York e Tóquio continuam sendo as cidades mais atraentes do mundo

TÓQUIO 12/10/2017 – Relatório GPCI 2017 da The Mori Memorial Foundation classifica 44 das cidades de todo o mundo

Londres, Nova York e Tóquio foram, novamente, indicadas como as cidades
mais amplamente atraentes no relatório Global Power City Index (GPCI)
2017, publicado hoje pelo Institute
for Urban Strategies da The Mori Memorial Foundation
, um instituto
de pesquisa criado pela Mori
Building
, importante empresa de desenvolvimento urbano, em Tóquio.
Publicado pela primeira vez em 2008, o relatório avalia e classifica 44
metrópoles de acordo com seu “magnetismo”, ou poder global de atrair
pessoas e empresas criativas de todo o mundo. As cidades são
classificadas com base em 70 indicadores detalhados de seis categorias:
“Economia”, “P&D”, “Interação cultural”, “Habitabilidade”, “Meio
ambiente” e “Acessibilidade”.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui:
http://www.businesswire.com/news/home/20171011005021/pt/

Overall ranking of all 44 cities and function-specific ranking of top 10 cities (Graphic: Business W ...

Overall ranking of all 44 cities and function-specific ranking of top 10 cities (Graphic: Business Wire)

Neste ano, as três cidades melhor classificadas – Londres, Nova York e
Tóquio – mantiveram suas posições, com Londres mantendo a primeira
posição pelo sexto ano seguido. Tóquio, que chegou à terceira posição
pela primeira vez no ano passado, melhorou ainda mais sua pontuação no
campo de “Interação cultural”, fechando o círculo com Nova York,
classificada em segundo lugar. Paris teve um declínio significativo na
classificação da categoria “Habitabilidade”, principalmente em razão dos
recentes ataques terroristas, mas a cidade sede dos Jogos Olímpicos e
Paraolímpicos de 2024 deve se destacar entre as concorrentes nos
próximos anos fortalecendo sua pontuação de “Acessibilidade” e
recuperando sua classificação de “Interação cultural”.

Em geral, as cidades europeias tiveram uma pontuação alta nas categorias
de “Habitabilidade” e “Meio Ambiente”, mantendo sua reputação de cidades
mais habitáveis do mundo, enquanto as cidades dos EUA mantiveram sua
alta pontuação nas áreas de “P&D”, reforçando a atração dessas cidades
para pesquisadores e inovadores. Sete cidades asiáticas, lideradas por
Pequim, Tóquio, Xangai e Hong Kong, foram incluídas entre as 10 mais bem
classificadas na categoria “Economia”, seguidas por Dubai, que apareceu
pela primeira vez no relatório desse ano e obteve forte pontuação por
suas alíquotas de tributação corporativa, sendo a Nº 11 nessa categoria.

Hiroo Ichikawa, diretor executivo da The Mori Memorial Foundation,
comentou: “Nos últimos dez anos, o relatório mostrou que o poder das
cidades vem mudando, como resultado das mudanças no ambiente macro.
Nosso relatório indica que o poder geral de uma cidade não pode ser
determinado por um único fator, por exemplo, economia, mas precisa levar
em conta os vários fatores que definem a cidade. Rápida urbanização e
globalização oferecem desafios e oportunidades para as cidades,
portanto, para que as cidades prosperem, elas precisam avaliar
corretamente seus pontos fortes e pontos fracos específicos, além de seu
relativo posicionamento em relação a outras cidades. Acreditamos que
nosso relatório GPCI pode ajudar os legisladores e as empresas globais a
promover um planejamento e uma tomada de decisões mais inteligente nas
suas iniciativas de prosperar no ambiente global altamente competitivo
de hoje.”

Principais destaques

  • Os pontos fortes essenciais de Londres ficam na categoria de
    “Interação Cultural”, que ajudou a cidade a manter sua posição de Nº 1
    no cômputo geral pelo décimo ano consecutivo. Londres continuou
    maximizando seus pontos fortes em geral com pontuação maior nos
    indicadores de taxa de crescimento do PIB e nível de risco político,
    econômico e comercial. Apesar de alguma incerteza em relação à saída
    do Reino Unido da União Europeia, os pontos fortes equilibrados de
    Londres em várias categorias indicam que a cidade tem potencial para
    transformar desafios em oportunidades, ampliando sua liderança
    dominante e avançando como a cidade mais bem colocada para se viver e
    trabalhar.
  • Nova York, em segundo lugar no cômputo geral, aumentou sua pontuação
    na categoria “Economia”, em razão de melhorias do seu PIB nominal e
    das taxas de crescimento de PIB, mas não avançou significativamente na
    pontuação geral, em razão de mostras mais fracas nesse ano na
    categoria de “Interação Cultural”.
  • Tóquio manteve sua terceira posição e aproximou-se ainda mais de Nova
    York, principalmente por causa de melhores indicadores de “Interação
    Cultural”, especificamente, o número de visitantes estrangeiros.
    Tóquio também aumentou sua pontuação no campo de “Acessibilidade”,
    principalmente em razão de um aumento no número de voos diretos de
    conexão entre Tóquio e cidades estrangeiras.
  • Dubai e Buenos Aires apareceram pela primeira vez no GPCI em 2017 com
    suas classificações gerais respectivas como 23ª e 40ª.
    Dubai marcou pontos nas categorias “Interação Cultural” (9ª)
    e “Economia” (11ª), graças, principalmente, a fortes
    avaliações na área de número de quartos em hotéis de luxo e taxas de
    tributação corporativa.
  • Em outras partes do mundo, Sidney subiu quatro níveis nesse ano, para
    abrir caminho entre as 10 mais bem classificadas pela primeira vez em
    sete anos. Cidades como Los Angeles (na 11ª posição geral),
    Pequim (13ª), São Francisco (17ª), Amsterdã (7ª),
    Berlim (8ª) e Frankfurt (12ª) todas melhoraram
    significativamente sua classificação em relação ao ano passado, assim
    como Viena (14ª), Estocolmo (16ª), Zurique (18ª)
    e Copenhague (20ª).

Para ver outros detalhes, confira:
http://www.mori-m-foundation.or.jp/english/ius2/gpci2/index.shtml
www.mori-m-foundation.or.jp/english/aboutus2/index.shtml#about_strategies

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Fonte: BUSINESS WIRE